Terremoto na Itália: sobe para 175, o número de mortos e centenas de desaparecidos...
Agência Brasil. - Fotos: Reprodução | Reuters
Subiu para 175 o número de mortos no
terremoto desta quarta-feira (24) na Itália. Do total, 28 se dividem
entre as cidades de Amatrice e Accumoli, no Lazio, e 10 são de Arquata
del Tronto, em Marcas. As informações são da Agência Ansa. Vinte
solicitantes de refúgio abrigados em uma estrutura em Monteprandone, na
região de Marcas, partiram para trabalhar como voluntários em Amandola,
uma das cidades da Itália atingidas pelo terremoto. A Itália é um dos
principais focos da crise migratória que afeta a Europa, resgatando
todos os dias dezenas de pessoas de embarcações superlotadas no Mar
Mediterrâneo.
Os imigrantes que se disponibilizaram para ajudar em Amandola são todos do norte da África. O
presidente da Itália, Sergio Mattarella, afirmou que o país passa por
um “momento de dor e de apelo à responsabilidade comum”. “O meu primeiro pensamento vai às vítimas desse devastador sismo que atingiu parte do território nacional”, disse ele. Além disso, ele destacou que é preciso “usar todas as forças” para salvar vidas, curar feridos e oferecer as melhores condições possíveis aos desabrigados. “Depois,
será necessário um rápido esforço para garantir a reconstrução dos
centros destruídos e a retomada das atividades produtivas”, finalizou Mattarella.
Subiu para 175 o número de mortos no
terremoto desta quarta-feira (24) na Itália. Do total, 28 se dividem
entre as cidades de Amatrice e Accumoli, no Lazio, e 10 são de Arquata
del Tronto, em Marcas. As informações são da Agência Ansa. Vinte
solicitantes de refúgio abrigados em uma estrutura em Monteprandone, na
região de Marcas, partiram para trabalhar como voluntários em Amandola,
uma das cidades da Itália atingidas pelo terremoto. A Itália é um dos
principais focos da crise migratória que afeta a Europa, resgatando
todos os dias dezenas de pessoas de embarcações superlotadas no Mar
Mediterrâneo.
Os imigrantes que se disponibilizaram para ajudar em Amandola são todos do norte da África. O
presidente da Itália, Sergio Mattarella, afirmou que o país passa por
um “momento de dor e de apelo à responsabilidade comum”. “O meu primeiro pensamento vai às vítimas desse devastador sismo que atingiu parte do território nacional”, disse ele. Além disso, ele destacou que é preciso “usar todas as forças” para salvar vidas, curar feridos e oferecer as melhores condições possíveis aos desabrigados. “Depois,
será necessário um rápido esforço para garantir a reconstrução dos
centros destruídos e a retomada das atividades produtivas”, finalizou Mattarella.
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